quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

13 de Agosto de 2009



quinta-feira, 5 de Março de 2009

5 de Março de 2009

Sou pessimista? Sim, sou. Mas tenho razões para ser optimista? Sou conservador? Sim, sou, em algumas coisas. Porquê? Porque não quero que estraguem mais. Nem que nos tomem como parvos.

A frase, não é minha, mas também não digo a quem pertence, “ Não sabia que não se gastava tanto nas inaugurações”. Por isso é que as marca que nem pães quentes a sair. Por isso é que gosta delas. Custa pouco? Siga fazer muitas. Os desempregados? Que se lixem. Pessoas que não têm que comer? Venham às inaugurações e enfardem que nem gente grade pastéis e suminhos.

Vamos pensar apenas nas eleições. Isso é que é bom. É giro. Um gajo anda pelo país a comer carne assada. O país? O país real? Os seus Problemas? O diabo que os levem. Vamos gastar dinheiro público em contratar figurantes para aparecem nos grandes (desculpem, ataque de tosse fortíssimo) anúncios públicos. Porque as pessoas, as pessoas reais, andam por aí a tentar fazer pela vida.

O grande feito do último ano tuga – desculpe mas tuga parece-me a palavras apropriada, é assim como isto tudo, patusco – é o Magalhães. Maravilha. Lindo. Fantástico. É feio, é parvo, é inútil e existe em 500 outros países. Todos em atraso. Assim é que é!

Jovens no desemprego?! Oh, aldrabisse. Calúnias. Então nas lojas do cidadão, no apoio ao CU (Cartão Único para os incautos), eles estão lá. A ganhar menos que o ordenado mínimo, mas isso são pormenores.

O País está em crise. Todos dizem. Quase como o célebre lapso, "o Mundo está em crise, inclusive a Europa". Por isso é que quando os líderes se vão reunir para discutir o problema que é deles mas também de TODOS NÓS, vamos embora para uma festa. Ah, e quem diz o contrário é saloio e pacóvio, aviso desde já para ninguém ir ao engano.

Ecologia. Isso tem a ver com coisas verdes, não é? Ou não? Bem, que se lixe, ergue-se na mesma o Freeport em área protegida. Desculpem? Ah, forças ocultas. Pois é, nunca passámos da idade média, ainda há bruxas. Especialmente em tons de laranja. Dizem que têm poderes macabros.

Tinha 10 anos quando este vídeo passou nos telejornais. Emocionei-me na altura e emociono-me ainda. Desde então, o mundo tem vindo sempre a piorar. Porque sou do contra? Porque cresci.



domingo, 1 de Março de 2009

1 de Março de 2009

Domingos são uns dias estúpidos. Parvos. Odeio-os. Um ódio visceral. Bem, mas não interessa. O que se passa, entre muitas coisas, é que ocupo os meus domingos a ver filmes, ler e, para mal dos meus pecados, a pensar ou a recordar pequenos episódios.

Hoje lembrei-me a primeira vez que vi um par de mamas ao vivo. E a cores. Bem, vi-as um pouco desfocadas, tamanha não era bebedeira, mas para o que interessa, vi-as. Estava ali o meu objecto (as minhas desculpas desde já pelo adjectivo) do meu desejo. Vi o contorno, a forma, senti o peso. No fundo admirei-as, tanto quanto pude, como disse estava bem bêbado.

Foi na já longínqua viagem de finalista. Uma viagem que serve para todos os excessos e mais alguns. Ainda que quase todos ao final do dia liguemos aos nossos parentes e dizemos invariavelmente o mesmo:

- Sim, está tudo a correr bem. Não, não bebi nada e deitei-me cedo e na minha cama.

Pois, eu como todos, pelo menos aqueles que conheço, menti com todos os dentes que tenho, tinha, para ser mais preciso. E um dia, uma noite, sai para jantar, beber e divertir-me. E conheci-a. Não, não me lembro do nome, não me lembro se era portuguesa. Para o que interessa, acabamos no meu quarto. Ou terá sido no quarto dela? Bem, adiante. Voltemos onde comecei, admirei aquelas mamas, vi o seu contorno, senti o seu peso. Depois, um final apoteótico. O quarto começou a girar, a minha cabeça pesava cada vez mais e a visão, que já de si não estava grande coisa, piorou ao ponto de ver apenas cores. Vomitei.

Com a sorte que protege os audazes, este pequeno apontamento, vá, digamos, um atalho não planeado, não se deu na última noite. E houve mais para desfrutar. Ver e… bem, o resto é comigo.

1 de Março de 2009



I want them to know its me
Its on my head
Ill point the finger at me
Its on my head

Give it all to you, then Ill be closer

Smilin with the mouth of the ocean
And Ill wave to you with the arms of the mountain
Ill see you

I will let you shout no more
Its on my head
Ill pick you up from the floor
Its on my head
Ill let you even the score
Its on my head

Give it all to you, then Ill be closer

Smilin with the mouth of the ocean
And Ill wave to you with the arms of the mountain
Ill see you

Give the same to me then Ill be closer closer
Give the same to me then Ill be closer closer

Smiling with the mouth of the ocean
And Ill wave to you with the arms of the mountain

Give the same to me then Ill be closer closer
Give the same to me then Ill be closer

quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

26 de Fevereiro de 2009


Parece que vão voltar para alguns concerto.

Lembre-se de Portugal
Lembre-se de Portugal


Lembre-se de Portugal
Lembre-se de Portugal


Lembre-se de Portugal
Lembre-se de Portugal


Lembre-se de Portugal
Lembre-se de Portugal

Afinal, e lamento desde já, têm uma música de nome Caralho Voador.

(chovam os insultos)

26 de Fevereiro de 2009

Hei Hei, isto agora é só comunicações via sms. Há que alterar este estado de coisas. Nevertheless, como vai tudo?

Soundtrack of the day: o novo do vocalista dos The Suede. Muito bom.

Hoje vou ver Os Maias, vamos lá ver se é bom.


O momento de cultura popular do dia: agora há tantas os mais adeptas do Sex and the City que quando estreou. Não percebo. Talvez não é suposto. Mas há que confessar, ficam engraçadas.

Vi o Slamdog, é bom. Justo vencedor.

Cumprimentos, e até uma próxima edição do jornal com a tiragem de um único exemplar para o quiosque _____.

P.S. - SMS enviada algures durante o dia de ontem.

terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

24 de Fevereiro de 2009

O que procuramos nós, homens, nas mulheres? Esta pergunta foi muitas vezes atirada para cima da mesa em já vários cafés ou, mais deprimente, após jantares já um pouco regados. Mas afinal que procuramos? Quais as características que nos fazem tirar do sério. Desde a resposta mais romântica, “só quero uma mulher para amar”, até à mais bruta, “quero uma que simplesmente dê boas quecas”, ouvi de tudo. Em bom rigor, acho que, por vezes, já disse de tudo.

É de notar que nós, homens, falamos como se fossemos perfeitos, e como consequência, queremos alguém perfeito. Mas não somos, claro. Muito longe disso. É essa imperfeição que desmontarei.

Nenhum homem quer, jamais em tempo algum, mulher que se assemelhe à perfeição. Mesmo a mais bela tem que ter pequenas imperfeições. Porquê? A razão mais simples de todas: não queremos ser confrontados com a nossa própria imperfeição.

Ok, mas para imperfeição contentamo-nos com uma borbulha no fundo do pescoço. Ou uma unha encravada do dedo mindinho do pé. Não pode andar de cabelo apanhado? Que chatice. Não pode andar de sandálias? Temos pena. É somente o preço a pagar pela nossa mácula.