
Há pequenos tiques que me incomodam. Todos os temos. Sejam eles quais forem. No entanto há uns que me incomodam sinceramente. São os tiques de linguagem. E não, não falo do tique de a qualquer momento dizer “tipo”. Não. Esse já é tão corriqueiro que não me aflige.
Nos dias que correm, há um outro que me tira do sério. Deixa-me com os nervos à flor da pele. Eriça-me os pelos no pescoço. Eu sei lá mais o quê. Terminar a frase sempre com o “percebes”. Mas que raio?! Se gostam tanto de percebes lambuzem-se com a coisa, afundem-se em pratos carregados dos bicharocos. Mas por favor, a sério. Não me incomodem com a cada terminar de frase lá vem o “percebes”.
De onde vem isto agora? Um unicórnio que agora andar por estes lado que tem este INCOMODATIVO tique. Mas tem a mania que sabe tudo? Que somos todos burros.
Raios parta da gaita!
Nos dias que correm, há um outro que me tira do sério. Deixa-me com os nervos à flor da pele. Eriça-me os pelos no pescoço. Eu sei lá mais o quê. Terminar a frase sempre com o “percebes”. Mas que raio?! Se gostam tanto de percebes lambuzem-se com a coisa, afundem-se em pratos carregados dos bicharocos. Mas por favor, a sério. Não me incomodem com a cada terminar de frase lá vem o “percebes”.
De onde vem isto agora? Um unicórnio que agora andar por estes lado que tem este INCOMODATIVO tique. Mas tem a mania que sabe tudo? Que somos todos burros.
Raios parta da gaita!
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